Segue um exemplo que poderia ser adotado por outras pessoas ou empresas, empresa utiliza famosa sucata transformando em computador novo, ainda de ajudando na inclusão digital e também obtém lucros com isso.
Um monte de sucata que vira computador novo a quem não tem muito dinheiro, mas que precisa estar na era digital é a opção de lucro dessa empresa. Com isso colabora com o meio ambiente ao utilizar o que poderia virar lixo eletrônico, tal atitude por mim é dado como um exemplo de responsabilidade social lucrativa.
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Tags: Social, Tecnologia
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A cada dia que passa tenho ficado mais impressionado com a maneira que as pessoas tem utilizado para conseguir ter seu nome cadastrado no Record Guinness, mas desta vez não só uma pessoa mas sim uma multidão.
Homens e mulheres se reuniram na estação St. Pancras, em Londres, na tentativa de recorde mundial. Segundo o livro mais de 50 tentativas essa semana já foram registradas.

Outras multidões que registraram seus feitos no record guinness:
100 surfistas descem a mesma onda em Santos e alcançam uma nova marca no Guinness World Records.
342 cosplayers reuniram-se em Londres para bater o recorde mundial de “pessoas fantasiadas de personagens de videogames.Tags: Imagens
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Foi louco! Não poderia dar outro “adjetivo” a cicloviagem que eu e meu amigo Ricardo Carnaúba (boo) fizemos. A primeira cicloviagem que faço e apesar da mudança, subtancial, de planos, foi muito legal, produtiva e com muitos aprendizados.
A idéia inicial era saírmos de Sorocaba/SP as sete da manhã do dia 1o de novembro (sábado) com destino a cidade de Salto/SP, especificadamente na chácara da tia do Boo. Porém, devido ao cansaço da semana, baladas e afins, saímos as onze horas da manhã desse mesmo dia.
Empolgados, pegamos nossas bikes devidamente ajustadas e saímos pro pedal. Como o boo é de São Paulo e nunca tinha vindo pra Sorocaba, minha idéia era fazer um rolezinho na cidade, aproveitando para comprar algumas coisinhas que faltavam como câmaras, kit remendo e etc. Passamos em uma bicicletaria relativamente perto de casa, compramos o que tinha que ser comprado e tomamos rumo, pelo centro comercial da cidade, a Rodovia Sendor José Ermírio de Moraes, vulgo “Castelinho”. Antes de chegarmos a citada rodovia, o percurso foi parte pela rua, como é de nosso direito, outra parte em ciclovia, como é de nosso dever.
No meio do caminho paramos no supermecado Extra, onde tomamos uma água, o boo tomou um gatorade (1), comemos uma granola e umas bananas seca. Levamos uma idéia de baixo de uma enorme árvore no estacionamento do tal supermercado e decidimos sair. Um pouco de rua, “rachando” com carros e motos (essa segunda sem qualquer resquício de respeito no trânsito) e depois dá-lhe ciclovia. Debaixo da ponte que dá acesso à Castelinho, conversamos um pouco sobre a segurança, o que fazer e como fazer, em termos de sinalização e convivência com veículos motorizados.
Subimos a ponte e num trecho delicado (sem acostamento, no meio da rodovia), iniciamos o pedal na rodovia. Pedalamos debaixo de um Sol escaldante por cerca de 5km, onde avistamos uma árvore que fazia uma generosa sombra. Não resistimos ao frescor da sombra e resolvemos parar para tomar mais um gole d’água. Da árvore, fomos pedalando até um posto de gasolina, já perto da entrada que dá acesso a rodovia Castelo Branco. Comprei uma água, enchi minha caramanhola, comi um nutri e o boo tomou mais um gatorade (2).
De lá fomos até a entrada que dá acesso a estrada velha para Itu. Decidimos então voltar, já que passavam dos 30km rodados. Na volta, mais algumas paradas para fotos, hidratação, descanso e uma delas novamente no Extra para comprar macarrão e molho para preparar nosso “troféu”. Depois de quatro subidas ingrimes, já esgotados pelo pedal longo (pelo menos para nós) foi dificil acreditar que havíamos chegado. Tomei um gatorade que tinha em casa e o boo tomou outro (3). O boo preparou o macarrão, que ficou muito bom, e nos esbaldamos de tanto comer.
No final das contas, obtivemos os seguintes dados:
- 62 km/h velocidade máxima
- 62 km distância percorrida
- 19,5 km/h velocidade média
- 3h28min tempo total de pedal (útil)A lição aprendida foi que precisamos nos planejar melhor em relação ao percurso e horário, treinar mais para se preparar para esse tipo de evento e tomar mais cuidado com a alimentação, coisa que poderia nos ter rendido alguns quilometros a mais e menos cansaço.
Até a próxima cicloviagem.
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Putz! Que coisa ao ver uma notícia no G1. “Boneco gigante de Lego aparece de surpresa em praia britânica.” pude lembrar de toda minha infância em que brincava muito com Lego e das peripécias que fazia.Sabe o que é mais incrível nisso, é que descobri o quanto era legal brincar de Lego quando não tinha mais idade pra isso. Anh! Como assim!? Verdade que não existe idade pra ser criança mas muitas vezes ser criança não é apenas ter idade mas sim não ter responsabilidades, e que isso na teoria é o que nos faz deixar para traz o carrinho e a bola, para passarmos a brincar de ser gente grande.
Mas chega uma certa idade em que o que mais queremos é ter nossos brinquedos de volta, pois não aguentamos mais a responsabilidade de ser gente grande ou queremos de algum jeito mascarar isso. “Quero voltar à ser criança denovo.” [desabafo].
Aí vem os brinquedos de gente grande, carros, gedgets, DVD’s e muitas outras coisas que nada mais é do que uma maneira de lembrarmos como rodar peão nos fazia esquecer de tudo, somente pensávamos o quão bom era aquele momento e o quanto nos fazia bem.
Definição de Lego pelo Wikipédia:“O sistema LEGO é um brinquedo cujo conceito se baseia em partes que se encaixam permitindo inúmeras combinações.
Criado pelo dinamarquês Ole Kirk Christiansen, é fabricado em escala industrial em plástico injetado desde meados da década de 1950, popularizando-se em todo o mundo desde então.“
Tags: Brinquedos, Pessoal
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Segundo o wikipedia [1] ou o post “Ecoturismo ou Greenwashing” [2], o termo greenwashing é usado quando alguém (instituição, publica ou privada) faz uso de ações pró meio-ambiente para se beneficiar da imagem positiva que isso possa trazer em relação a clientes e consumidores, porém a real situação é totalmente contrária a tal ideologia (e.g. Chevrolet).
O greenwashing é claramente percebido nas últimas propagandas eleitorais. [Quase] Todos preocupados com a questão ambiental, com a poluição do ar, etc, mas quais desses discursos são realmente verdadeiros? Qual atitude de mudança que é possível perceber? Os fatos da própria campanha política, por sí só, já responde à essas questões.
A foto acima foi tirada por mim em outubro de 2006, em frente a uma escola no bairro Jardim São Paulo em Sorocaba/SP, indignado com toda a sujeira eleitoral existente (trocadilho intencional).
Dois anos e muito greenwashing depois, percebi a mesma situação nas ruas: papéis e “santinhos” a dar com pau, assim como denunciado pelo jornal “O Cruzeiro do Sul” jornal local do dia 06/10/2008, um dia após o primeiro turno das eleições municipais:
O que realmente mudou? Em qual mentira devo acreditar?
Au revoir.
[1] http://en.wikipedia.org/wiki/Greenwash
[2] http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=32741
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